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12.5.17

TREINAMENTO DE PIARROZ

O Diretor Executivo do Certifica participou como palestrante e como aluno do 1˚ Treinamento de Responsáveis Técnicos e Auditores de PIArroz. O treinamento foi realizado na EMBRAPA MEIO AMBIENTE em Pelotas, com duração de 40 horas. Na próxima safra certamente já teremos arroz de produção integrada.

21.4.17

MAÇÃ DE PRODUÇÃO INTEGRADA

O Certifica concluiu as auditorias de acompanhamento dos dois únicos produtores do Brasil que tem maçã de produção integrada certificada - Sanjo e Hiragami, ambas de São Joaquim. Os auditores aproveitaram para curtir a subida e a descida na Serra do Rio do Rastro.

25.3.17

DEBATE SOBRE O BRASIL CERTIFICADO (PI) NA EXPOAGRO

O CERTIFICA, através de seu diretor executivo e do diretor da qualidade, estiveram presentes no debate na Expoagro. Veja aqui

3.3.17

PRODUÇÃO INTEGRADA DE MORANGO

Nós do Certifica estamos muito satisfeitos em termos certificado dois produtores de morango no sistema de produção integrada no Rio Grande do Sul. Este morango vai chegar nas prateleira dos supermercados com o selo Brasil Certificado e, sem dúvida, vai ajudar na divulgação da produção integrada frente aos consumidores.

18.2.17

FIM DE SEMANA AGITADO

Na quinta feira participei de uma reunião da Comissão Setorial do Arroz, onde a Dra. Maria Laura da Embrapa de Pelotas, apresentou o programa de produção integrada de arroz. O programa já foi publicado no Diário Oficial e agora é a  hora dos treinamentos para que possa se dar inicio ao processo de certificação. Maria Laura informou que no mês de maio será realizado o primeiro treinamento para responsáveis técnicos e auditores de produção integrada de arroz. O CERTIFICA já está com seu pedido de acreditação para PIA em fase de análise no Inmetro.
No mesmo dia, junto com o agrônomo Marcus Vinicius do núcleo de produção integrada do MAPA em Brasilia, visitamos o SINDITABACO onde conhecemos o projeto Crescer Legal, que é um projeto excepcional, aos moldes do PESCAR, que procura apresentar alternativas para os jovens com 16 e 17 anos, permanecerem no meio rural. O projeto é formado por um treinamento de um ano, ao mesmo tempo que concede uma carteira de trabalho de jovem aprendiz para trabalhar em empresas parceiras do programa. Apesar de ser patrocinado pelo SINDITABACO não existe nenhuma atividade, nem no treinamento, nem no trabalho, que envolva tabaco. Comentei que uma boa complementação do projeto seria, após o treinamento, desenvolver com estes jovens um projeto semelhante ao antigo 4S da Ascar (Emater). O 4S era um programa onde os jovens rurais desenvolviam projetos agrícolas com técnicas modernas, muito superiores às que eram praticadas na propriedade por seus pais. A idéia seria que estes novos 4S desenvolvessem projetos de produção integrada em outras culturas, como morango, tomate, batata, pêssego.. Avançando na idéia ainda sugeri que os bancos de desenvolvimento, BRDE ou BADESUL, poderiam financiar estes projetos e as redes de supermercado poderiam ter interesse em oferecer estes produtos com alguma certificação de fair trade ou similar.
Já na sexta feira houve a reunião da Comissão Técnica Estadual de Produção Integrada coordenada pela Edna Ferronato, onde foram discutidos assuntos de grande importância para o programa. Os coordenadores dos programa de arroz, uva de processamento e maçã, anunciaram os treinamentos para auditores e responsáveis técnicos para o primeiro semestre de 2017.
Aproveitamos para informar que ainda este mês, os supermercados do Rio Grande do Sul estarão colocando nas gondolas os primeiros morangos de produção integrada do estado.

4.2.17

NOVO VISUAL DA PÁGINA DO MAPA

O MAPA alterou seu site e eu acho que ficou muito melhor. A página da produção integrada está muito interessante e inclui agora as boas práticas agrícolas. Dê uma olhada aqui.http://www.agricultura.gov.br/assuntos/sustentabilidade/producao-integrada

17.1.17

NOTICIAS DO MAPA

Avança negociação para rastreabilidade da produção de alimentos

Objetivo de parceria com supermercados é garantir produtos com menos agrotóxicos

Programa de Rastreabilidade discutido teve experiência piloto em SC (Noaldo Santos/Mapa)O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) estão avançando na parceria, estabelecida em Termo de Cooperação, que amplia o acesso do agricultor a boas práticas de produção integrada agropecuária. O objetivo é reduzir custos de produção, com vantagens para o consumidor e o abastecimento de alimentos mais saudáveis, livres de resíduos que ofereçam riscos à saúde.
Segundo o coordenador de Produção Integrada Agropecuária da Secretaria de Mobilidade e Cooperativismo do Mapa, Helinton Rocha, a cooperação entre o governo e o setor deverá expandir o Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama). Houve experiência piloto bem sucedida em Santa Catarina, envolvendo mais de 30 grandes redes de supermercados.
O Rama será implantado no Rio Grande do Sul e no Paraná. As centrais de abastecimento de São Paulo (Ceagesp) e a de Minas Gerais (Ceasa Minas) também deverão estimular seus fornecedores a produzir alimentos mais seguros e com rastreabilidade.
O Rama é baseado no monitoramento e rastreabilidade de frutas, de legumes e de verduras (FLV), monitora resíduos de agrotóxicos utilizados desde a produção até o ponto de venda. O principal objetivo é garantir que resíduos de defensivos agrícolas encontrados nos alimentos não estejam acima de níveis que ofereçam riscos à saúde e também do nível permitido legalmente, estando, portanto, seguros para o consumo humano.
O superintendente da Abras, Márcio Milan, disse que a entidade e o Mapa buscam maneiras de incluir todos os envolvidos na produção de vegetais e de frutas, até mesmo fabricantes de agrotóxicos, para que garantam produtos seguros e de qualidade.
Agricultores irão receber treinamento para fornecer produtos com maior valor agregado e varejistas para vender alimentos seguros.  Milan informou que os produtos que mais preocupam em relação ao excesso de agrotóxicos são o pimentão, o morango e a laranja. Garantiu que as medidas de proteção não deverão aumentar os custos para os consumidores.
Em reunião realizada nesta terça-feira (17) no Mapa, participaram representantes da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), da Universidade Federal de Viçosa (MG), da Associação Brasileira de Automação (GS1) e da Associação Brasileira de Sementes (Abrasem).
A Produção Integrada Agropecuária – PI Brasil, que respalda o selo oficial “Brasil Certificado” é um Sistema de Produção capaz de produzir comida segura para o consumo, com menor impacto ambiental, maior responsabilidade social e rastreabilidade garantida, assegurando que a procedência do alimento é conhecida. Na Europa, mais de 90% das frutas, legumes e verduras são produzidos no sistema integrado.

7.1.17

PRODUÇÃO INTEGRADA NA ZERO HORA -


Na Zero Hora deste sábado, no caderno rural, uma excelente reportagem sobre a Produção Integrada de Arroz.  Leia

20.12.16

PARE DE CONSUMIR ORGÂNICOS SE VOCÊ QUER AJUDAR O PLANETA

Este artigo que saiu na New Scientist, veja aqui,  é bastante interessante. Ele só fala sobre a emissão de gases, mas poderia ser ampliado para outros aspectos. O ponto central é a eficiência de produção. Nesta lógica acho que a produção integrada leva muita vantagem e, acredito, deve ser muito incentivada entre os produtores e divulgada entre os consumidores.

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